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03.07.2018 08:08


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Um banco de detalhes orientado a materiais é um banco de fatos em que cada dica é armazenada na forma de equipamentos, ou melhor, usa a suporte de fatos denominada orientação a instrumentos, a qual permeia as linguagens mais modernas. Começou a ser comercialmente realizável em 1980. O gerenciador do banco de dados para um orientado a utensílio é referenciado por vários como ODBMS ou OODBMS. Existem 2 fatores principais que levam à adoção da tecnologia de banco de fatos orientados a materiais. Java, Python ou Delphi (Object Pascal), e o código necessita ser traduzido entre a representação do dado e as tuplas da tabela relacional, o que além de ser uma operação tediosa de ser escrita, consome tempo.


Esta perda entre os modelos usados para retratar o dado pela aplicação e no banco de detalhes é também chamada de "perda por resistência". Os sistemas de gerenciamento de banco de detalhes orientado a instrumentos cresceram fora das pesquisas no decorrer do início da metade dos anos 1980, buscando ter sustentação intrínseca da gerência da apoio de detalhes pra objetos gráfico-estruturados.


Surgiram produtos comerciais, como o GemStone (Servio Logic, alterado para GemStone Systems), Gbase (Graphael), e Vbase (Ontologic). No início da metade dos anos 1990, vimos produtos novos comerciais entrarem no mercado. ] (O2 Technology, surgiu de numerosas companhias, foi adquirido na Informix, a qual por tua vez foi adquirida na IBM), POET (já da FastObjects da Versant que adquiriu a Poet Systems), e Versant Object Database (Versant Corporation).


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Alguns destes produtos se mantêm no mercado, tendo alguns se unido com produtos novos. Os Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados Orientados a Objetos adicionaram o conceito de dedicação à programação orientada a equipamentos. No início, os produtos comerciais eram integrados com diversas linguagens GemStone (Smalltalk), Gbase (Lisp), e Vbase (COP). Gerenciadores de Banco de Fatos Orientados a Materiais.


Num banco de detalhes orientado a materiais puro, os dados são armazenados como instrumentos onde só conseguem ser manipulados pelos métodos determinados pela classe de que esses materiais pertencem. Os objetos são organizados numa hierarquia de tipos e subtipos que recebem as características de seus supertipos. Os materiais conseguem conter referências pra outros materiais, e as aplicações são capazes de consequentemente acessar os dados requeridos usando um modo de navegação de programação. A maioria dos banco de dados também oferece um tipo de linguagem de consulta, permitindo que os materiais sejam localizados por uma programação declarativa mais próxima. Ou seja, na área das linguagens de consulta orientada a materiais. A integração da consulta com a interface de navegação faz a enorme diferença entre os produtos que são encontrados.


Uma tentativa de padronização foi feita na ODMG (Object Data Management Group) com a OQL (Object Query Language). O acesso aos fatos podes ser rapidamente visto que as junções geralmente não são necessárias (como em uma implementação tabular de uma apoio de fatos relacional), quer dizer, já que um utensílio pode ser obtido diretamente sem pesquisa, seguindo os ponteiros.


Outra área de alteração entre os produtos é o jeito que este esquema do banco de detalhes é instituído. Uma característica geral, todavia, é que a linguagem de programação e o esquema do banco de dados usam o mesmo modo de explicação de tipos. Aplicações multimídias são facilitadas por causa de os métodos de classe associados com os detalhes são responsáveis na correta reprodução.


Diversos bancos de detalhes orientados a equipamentos oferecem suporte a versões. Um instrumento pode ser visto de todas as inúmeras versões. Ainda, versões de objetos podem ser tratadas como objetos na versão correta. Alguns bancos de detalhes orientados a instrumentos ainda proveem um suporte sistemático a triggers e constraints que são as bases dos bancos ativos. Benchmarks entre ODBMS's e relacionais DBMS's têm exposto que ODBMS são capazes de ser certamente superiores para certos tipos de tarefas.


Críticos das tecnologias baseadas em Bancos de Detalhes Navegacionais, como os ODBMS, sugerem que as técnicas baseadas em ponteiros são otimizadas para "rotas de pesquisa" ou pontos de visão muito específicos. Entretanto, para o propósito de consultas gerais a mesma dica, técnicas baseadas em ponteiros tenderão a ser mais lentas e mais difíceis de se organizar do que as relacionais. Assim sendo, a abordagem navegacional parece simplificar pra usos dos específicos populares às custas do exercício geral, ignorando usos futuros. Mas, o emprego eficaz poderá requerer acordos pra manter ambos os modelos sincronizados. O ODMG (Object Database Management Group) era um consórcio de vendedores de banco de dados orientados a equipamentos e mapeadores material-relacionais, membros da comunidade acadêmica, e parceiros interessados.


A meta era desenvolver um conjunto de especificações que permitiriam a portabilidade das aplicações que armazenam instrumentos em sistemas de gerenciamento de banco de fatos. Foram publicadas algumas versões desta especificação. O último release foi a ODMG 3.0. Em 2001, a maioria dos principais vendedores de banco de fatos orientado a objetos e mapeadores de equipamento-relacionais reivindicaram a conformidade com a ODMG Java Language Binding. ] Em 2001, o ODMG Java Language Binding foi submetido pro Java Community Process como base pra descrição Java Data Objects.

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